DESFILE DE 2016

35,10,0,50,1
25,600,60,0,3000,5000,25,800
90,150,1,50,12,30,50,1,70,12,1,50,1,1,1,5000
0,2,1,0,2,46,15,5,2,1,0,20,0,1
Ala Feijão da Vicentina
Ala 15 - Senhoras Africanas
Ala 15 - Senhoras Africanas
Ala Comunidade
Ala 21 - Múmia
Ala 21 - Múmia
Alegoria 3 - As Viagens de Gulliver
Alegoria 3 - As Viagens de Gulliver
Ala Comunidade
Ala 12 - Soldados das Viagens de Gulliver
Ala 12 - Soldados das Viagens de Gulliver
Alegoria 2 - Netuno ou Poseidon, o Deus dos Oceanos
Alegoria 2 - Netuno ou Poseidon, o Deus dos Oceanos
Alegoria 2 - Perigos do Mar
Alegoria 2 - Perigos do Mar
Alegoria 1 - Travessia do Mar Vermelho
Alegoria 1 - Travessia do Mar Vermelho

HISTÓRICO

 

2016 Bateria1 RJ

 

A bateria é a alma e o coração de uma escola de samba. Suas batidas firmes, sempre no compasso binário (2/4), seguram o ritmo da escola, como se energizassem a avenida até a saída do último componente.

Os instrumentos de percussão foram herdados dos escravos africanos. Segundo Hiram Araújo, uma das principais características do samba está na "síncopa", ou seja, tornar fraco um tempo forte, ou simplesmente omitir um tempo, presente nas raízes africanas.

“TUDO AZUL, TUDO AZUL, MEU AMOR...”

 

DiscoLP

 

Quase três décadas depois do lançamento do primeiro disco, somos brindados com uma nova obra-prima. Filha de Carlos Monte, um dos diretores do departamento cultural da Portela na década de 70, a cantora Marisa Monte produz para a Velha Guarda o CD "Tudo Azul".

“VELHA GUARDA DA PORTELA, SAMBA DE GENTE NOBRE...”

 

1970 VG2

Velha Guarda da Portela com Paulinho da Viola (esquerda), em 1970

 

Monarco, um dos geniais compositores portelenses, nos diz em um dos seus belos sambas: "Portela, eu às vezes meditando, quase acabo até chorando. Teus livros têm tantas páginas belas, que se eu for falar da Portela, hoje não vou terminar”.